domingo, 8 de dezembro de 2013

Trinta por uma linha


Trinta por Uma LinhaNas bibliotecas escolares, os alunos do 3º ano leram e ouviram ler alguns contos da obra de António Torrado Trinta por uma linha.
Neste livro reúnem-se trinta contos pequenos, muito divertidos, muito engraçados. Desde a Aldinha que gosta tanto da escola que decide ensinar as formigas a ler; A gota de água que não quer cair em qualquer lugar; A bolacha Maria que não queria ser simplesmente Maria, queria ter mais nomes próprios e apelidos, e muito mais. As histórias são ligadas por uma linha que, desde a capa á contracapa passa por todas as páginas do livro, faz nós e corrupios, brinca com as histórias e entra nelas.
 As ilustrações são de Cristina Malaquias.

 Os alunos do 3º ano da EB de Friestas deixaram considerações sobre os contos do Trinta por uma linha e realizaram alguns recontos.
 
São muito interessantes, organizados e dão-nos uma lição. Marisa Brito
São giros, engraçados e dizem muita coisa. O autor escreve muito bem. Ana Beatriz Serra
O autor António Torrado escreve textos pequenos, interessantes e perfeitos. Rodrigo Nunes
Os contos do Trinta por uma linha são bons para tirar lições e ajudam-nos a tirar lições. Ivo Brito
António Torrado é um autor muito interessante porque escreve contos bonitos e divertidos. Samuel Sousa
São contos engraçados que nos divertem e que nos fazem sorrir. Mateus Alves
Os contos são bonitos, interessantes, dizem muitas coisas e contam muitas histórias. Rodrigo Alves
O livro Trinta por uma linha ajuda-nos a ter uma boa leitura e a aprender coisas novas. Verónica


Bolacha Maria

Era uma vez uma bolacha Maria que disse que Maria só não chegava.
O que ela queria era que lhe dissessem o nome todo, dona Maria Emília de Melo e Sousa Trigo de Reboredo Farinha. As amigas não queriam saber e continuavam a chamar-lhe Maria Trigo Farinha mas ela ficava furiosa.
Um dia, os meninos comeram as bolachas todas do pacote e só ficou a bolacha Maria. Passado algum tempo, a bolacha amoleceu e quando os meninos foram novamente comer bolachas já não a quiseram, pois não estava boa. Então chamaram o Bobi e deram-lhe a bolacha que logo a comeu.
Esta história é pequenina e sabe a pouco?
Pois é. O Bobi também achou o mesmo.
Ivo Brito  3º ano, turma B
 
 
Vida de Sabonete
Era uma vez um sabonete novo, fresquíssimo e por estrear. Ele vivia numa drogaria junto a outros sabonetes, um deles perguntou para que servia, o outro sabonete disse que servia para lavar e perfumar, mas avisou-o que tudo o que é bom acaba.
Um dia, um menino comprou o sabonete, tomou banho e ele resvalava pela parede da banheira.
A certa altura, ele reparou que já só era uma migalha e lembrou-se do que o outro sabonete tinha dito.
Horas depois, um menino encontrou o sabonete em pequenas migalhas e disse que ia fazer uma "caldeirada".
Então, ele pegou num copo, pôs lá as migalhas e misturou com água, com uma cana soprou e fez bolas de sabão brilhantes, leves, felizes, grandes e pequenas.
Tudo o que é bom acaba mas às vezes acaba bem.
 Marisa Brito  3º ano, turma B
 



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

A Girafa Que Comia Estrelas

A Girafa que Comia Estrelas

Com as turmas do 2º ano foi lida e explorada a obra, A Girafa que Comia Estrelas.
Em contexto de sala de aula, os alunos realizaram guiões de leitura e elaboraram textos relativos à obra.



A nossa turma leu o livro "A Girafa que Comia Estrelas" que foi escrito por José Eduardo Agualusa,

O livro fala de uma girafa chamada Olímpia e de uma galinha-do-mato chamada D. Margarida.
A girafa é diferente das outras girafas porque era altíssima,  andava sempre com a cabeça nas nuvens e alimentava-se de estrelas.
Certo dia, como andava sempre com a cabeça nas nuvens, encontrou uma galinha-do-mato que vivia num ninho feito  numa nuvem. As duas vivem uma grande amizade, apesar de serem muito diferentes, pois em conjunto conseguiram salvar as plantas e os animais da savana.
A girafa é parecida com as pessoas  que querem transformar os seus sonhos em realidade. A galinha é como aquelas pessoas que são calmas e que apesar de serem boas pessoas gostam de viver isoladas.
Olímpia e Margarida apesar de terem pensamentos diferentes, conseguiram que a sua amizade e o seu trabalho resolvesse um problema comum a todos os outros animais da savana.
Esta bela história serve para que os leitores pensem que todas as pessoas se devem ajudar umas às outras e assim a vida seria mais feliz para todos.
Se os alunos do 2º E, da EB de Valença encontrassem a galinha-do-mato ensinar-lhes-iam o provérbio:"Faz o bem e não olhes a quem!"
Texto Colectivo 







segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O Elefante-Cor-de-Rosa


Depois de ouvirem e explorarem a obra de Luísa Dacosta "O Elefante-Cor-de Rosa", na Biblioteca Escolar, os alunos da Professora Paula Pinheiro, do 2º ano Turma E da EB de Valença realizaram lindos desenhos e através da técnica de origami, cada um teve oportunidade de realizar o seu elefante cor-de-rosa.





Proposta de colaboração para alunos e respetivas famílias

Anjos

Anjos de Natal tornaram-se ornamentos típicos na época natalícia.
Assim, no âmbito das atividades do plano anual de atividades da escola e da biblioteca escolar propõem às crianças e respetivas famílias a elaboração de anjos de Natal de forma criativa e original utilizando preferencialmente materiais reciclados.
Os trabalhos apresentados destinam-se a uma exposição, servindo também de cenário decorativo à festa de Natal das crianças.
Será valorizada a participação e o contributo de todos, no sentido de uma melhor integração e colaboração entre a escola e a família.
Elabora o teu anjo.
Podes juntar uma mensagem escrita de Natal.


Estrelas

Estrelas de Natal tornaram-se ornamentos típicos na época natalícia.
Assim, no âmbito das atividades do plano anual de atividades da escola e da biblioteca escolar propõem-se aos alunos e respetivas famílias a elaboração de estrelas de Natal de forma criativa e original, utilizando preferencialmente materiais reciclados.
Os trabalhos apresentados destinam-se a uma exposição, servindo também de cenário decorativo à festa de Natal dos alunos.
Será valorizada a participação e o contributo de todos, no sentido de uma melhor integração e colaboração entre a escola e a família.
Para enriquecer o presépio deste ano pede-se aos alunos uma ovelha ou outros animais figurativos.

Elabora a tua estrela.
Junta uma mensagem escrita de Natal

De GUARDA-CHUVA para GUARADA-FOLHAS

A partir de um guarda-chuva , a turma G da EB de Valença explorou a temática do outono de modo a criar o gosto pela magia que a natureza nos provoca, do qual resultou um texto coletivo que deu origem a esta linda história.

 De GUARDA-CHUVA para GUARDA-FOLHAS

Num dia de outono muito chuvoso e com ventania, um menino que se chamava Alexandre foi comprar a uma loja comercial um guarda-chuva preto. O menino gostou da cor do guarda-chuva porque era da cor da noite e ele adorava a noite, porque à noite observava as estrelas brilhantes.
Numa tarde chuvosa, o Alexandre levou o guarda-chuva para se abrigar da chuva, mas como estava muito vento o guarda-chuva saiu-lhe da mão e voou. Voou tão alto que até tocou numa nuvem, que chorava gotas de chuva.
O guarda-chuva permaneceu um dia e uma noite a voar, sem saber do eu destino. Quando o vento começou a soprar mais fraco, o guarda-chuva foi descendo e parou num bosque com muitas árvores de folha caduca, árvores que perdem as folhas no outono, ficam completamente nuas. Nesse bosque existia uma casinha de tijolo de argila. Nessa casa habitavam seis pessoas, um jardineiro, a sua esposa e quatro filhos.
Certa manhã, um menino da família foi passear parou no bosque e encontrou o chapéu de chuva tão fustigado pelo agressivo vento. Pegou delicadamente no guarda-chuva e levou-o para casa e começou a decorá-lo com folhas coloridas de outono. Seguidamente colocou um lâmpada gigante no pé do guarda-chuva e este tomou uma nova vida, que foi de iluminar toda a sala da casa e exibir em forma de luz, as cores magnificas das folhas.
O guarda-folhas passou a ser o objeto mais valioso da casinha de argila. 


Texto coletivo elaborado pelos alunos do 3º ano, Turma G da EB de Valença