segunda-feira, 13 de maio de 2013

João e a floresta de betão

 
Na Biblioteca Escolar foi lida e explorada a obra: João e a floresta de betão de Rui Reisinho.
Tal como na história, apareceram as sementes mágicas que fazem as flores crescer e transformar as cidades em locais mais agradáveis para viver.
Os alunos ficaram a saber muito bem a história como se pode ver pelos textos que escreveram.
 

João e a floresta de betão
 
Era uma vez um menino chamado João que vivia numa cidade de betão, era toda cinzenta, até o céu parecia de cimento.
No quarto, o João estava a olhar para a parede cheia de bolinhas coloridas e disse:
- Mamã o que é aquilo que está na minha parede?
- São flores João.
- Mas então as flores existem de verdade?
- Sim, mas muito longe da cidade.
A mãe ficou admirada por o João não saber o que eram flores e disse:
- No dia seguinte vamos todos ao campo para tu poderes ver a natureza.
Quando chegaram, o João ficou de boca aberta, nunca tinha visto tanta cor na vida dele.
Foi logo brincar mas quando chegou a hora de ir embora o João ficou muito triste, um velhinho que estava no campo disse:
- O que se passa?
-Tenho de ir embora para casa onde tudo é cinzento.
O velhinho com tanta pena disse:
-À noite deita este saco com sementes pela janela e amanhã terás razões pra sorrir.
Então à noite, o João deitou o saco de sementes.
De manhã o João abriu a janela e o que viu foi tão bonito! - estava tudo coberto de flores.
As pessoas queriam saber quem era o responsável e acabaram por descobrir que foi um rapaz chamado João.
A partir desse dia todos viveram com cor e alegria.
 
Texto  Lara Diana    Turma C, 2º Ano - E. B. de Valença
 
 
 

Ilustrações: Daniela e Débora Pré-escolar de Friestas
 
 João e a floresta de betão

O João era um menino que morava numa cidade de betão, na parede do seu quarto tinha uma coisa estranha, não sabia o que era e perguntou à mãe.
Ela respondeu:
-São flores, só há longe da cidade, quando poder levo-te lá.
No fim de semana seguinte, mal o sol saiu, a mãe do João levou-o a passear, chegaram ao campo e a mãe disse:
-Então João vai brincar!
O João saltou e pulou mas na hora de ir embora começou a chorar. Um velhinho de lá perto perguntou o que se estava a passar. A beleza era tanta porque é que ele estava a chorar.
O menino disse:
-Tenho de ir para casa, e lá é tudo tão cinzento!
O senhor deu-lhe umas sementes mágicas.
No carro ele estava curioso.
-Será que a magia irá funcionar!
Naquela noite antes de dormir, o João abriu o saquinho e deixou as sementes cair. O João mal podia adormecer, estava tão ansioso pelo amanhecer.
De manhã estava tudo colorido, havia flores por todo o lado e todos os habitantes queriam agradecer a quem fez aquilo. Perguntaram e perguntaram e chegaram à conclusão que tinha sido o João.
Toda a gente agradeceu ao João e todas as pessoas trataram daquele maravilhoso jardim.

 
 Texto:  Armando   Turma B, 3º Ano - E. B. de Friestas
 
Ilustrações: Carlota Domingues e Bianca 1º ano E. B. de Valença

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Visitas à quinta pedagógica de Pentieiros, ao museu regional e ao C.E.I.A. de Paredes de Coura


A quinta pedagógica de Pentieiros em Ponte de Lima mostra ao público mais jovem, o dia-a-dia da vida rural, permitindo uma aproximação direta com as vivências diárias de uma exploração agrícola minhota.
Os alunos do 1º, 2ºe 3º anos da E. B. de Valença realizaram visitas guiadas à quinta pedagógica. Viram as hortas, o pomar, os comedouros, a estufa, os estábulos e as cavalariças onde havia vacas, ovelhas, cabras e cavalos. No campo dos aromas viram e sentiram as plantas aromáticas, condimentares e medicinais. No galinheiro observaram a galinha amarela, a perdiz portuguesa e a preta lusitana e ainda os pavões e os gansos. Conheceram os burros Simão e Elétrico. Na aldeia das aves viram as casinhas para os passarinhos. Passaram pelo lago e pela casa do apicultor. Os alunos conheceram e disfrutaram de todos os espaços da quinta e gostaram especialmente de apreciar mais de perto os animais. No final da visita realizaram os seus piqueniques no parque das merendas, brincaram, conviveram e voltaram à escola com mais conhecimentos. Foram uns dias muito bem passados!
 

 
 
 
 As turmas do 4º ano visitaram o museu regional de Paredes de Coura e o Centro de Educação  e Interpretação Ambiental da Paisagem Protegida do Corno de Bico. No museu, os alunos viram as fases do linho, os utensílios  agrícolas, a parte arqueológica e a casa do caseiro. Fizeram biscoitos de milho que viram cozer no forno de lenha.  Posteriormente deslocaram-se para o C.E.I.A. onde almoçaram, aqui viram um filme sobre a fauna e a flora da região, observaram rochas através da lupa binocular, fizeram um percurso pedestre pelo Corno de Bico onde observaram as mamoas e pararam num esconderijo para sentir o coaxar das rãs e outros sons da natureza.
Foi uma visita de estudo enriquecedora que os alunos irão certamente recordar!
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Dia da mãe


Um Livro sobre a minha MãeNas Bibliotecas Escolares foi lida e explorada a obra: Um livro sobre a minha mãe de Ana Faria. Uma obra com uma dedicatória muito clara, numa homenagem singela a todas as mães. As ilustrações delicadas e sensíveis de Ana Faria revelam-se aqui em todo o seu esplendor.
As crianças do Pré-escolar ouviram a história podendo identificar-se com  algumas descrições em situações do dia-a-dia. No final e partindo da frase: quando for grande quero ser como a minha mãe, as meninas tinham ao seu dispor vários adereços que se identificavam com as mães: sapatos, lenços, colares, pulseiras, malas, óculos, chapéus… que puderam colocar e fazer de conta que eram mães. Todas aderiram com entusiasmo, foram momentos muito divertidos e ficaram umas verdadeiras mães como se pode ver pelas fotos.





 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Corrida Solidária em Friestas


A Associação Médicos do Mundo (MdM) é uma Organização Não-Governamental de ajuda humanitária e de cooperação para o desenvolvimento, sem filiação partidária ou religiosa, cujo trabalho  assenta no direito fundamental de todos os seres humanos terem acesso a cuidados de saúde, independentemente da sua nacionalidade, religião, ideologia, raça ou possibilidades económicas.
Este ano letivo realiza-se a IV Corrida Solidária dinamizada a nível nacional pelos  MdM, sob o lema “Cidadania e saúde”, cujos objetivos são:
DESPERTAR a consciência das crianças, jovens e comunidade educativa para o seu papel na construção de uma cidadania ativa e promoção de saúde;
REFLETIR sobre a problemática em Portugal e nos países em desenvolvimento;
Incentivar as crianças, jovens e a comunidade educativa  a contribuir para o desenvolvimento sustentável de ações que permitam lutar contra todas  as indiferenças e injustiças;
ANGARIAR fundos para apoiar as equipas de rua da MdM em Portugal e o projeto de prevenção do VIH/SIDA, em três distritos da  província de Nampula, em Moçambique.
A escola Básica de Friestas realizou a sua corrida solidária  na passada 6ª feira, dia 26 de abril. Estiveram presentes dois representantes do MDM, o enfermeiro Paulo Costa, responsável pelo Projeto Terceira (C) idade e o voluntário Jean de nacionalidade Francesa.
A corrida contou também com a presença dos encarregados de educação ou familiares que quiseram participar.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

O Senhor Cavalo-marinho - Ilustrações


Numa das sessões de leitura na Biblioteca Escolar, as crianças do Pré-escolar de Friestas ouviram  a história: O Senhor Cavalo-marinho e como verdadeiros artistas, fizeram bonitas ilustrações.
Podemos ver os desenhos do Diogo, da Carolina, da Érica e do Martim.




quinta-feira, 18 de abril de 2013

O médico do Mar



Relativamente à temática do Mar, foi lida e explorada na Biblioteca Escolar a obra: O médico do mar de Leo Timmers.
Os alunos do 2º ano recontaram a história e as crianças do Pré- escolar realizaram as ilustrações.
 
O médico do mar
 
O médico do mar todas as manhãs mergulhava nas profundezas do oceano.
Chegou logo o seu pequeno cliente, um cavalo marinho que não via quase nada e quase batia no submarino. O médico do mar teve de travar a fundo.
Brum! Brum!-tirou um consultório de oftalmologista e pôs-lhe uns óculos.
Mergulhando outra vez encontrou uns dentes grandes, eram do tubarão que tinha dor de dentes.
Brum! Brum! - tira o consultório de dentista e tira-lhe o dente.
Mergulhando outra vez encontra o polvo que lhe dói as costas.
Brum! Brum!-tirou o consultório de massagem e pôs-lhe pomada e ligaduras nos oito tentáculos.
Mergulhando de novo encontrou a vegetação e viu uma baleia que estava a chorar.
O médico do mar perguntou porque chorava e a baleia disse:
-Eu sou grande, gorda e a mais lenta do oceano.
-Tu não és nada disso, tu és a maior.-disse o médico do mar.
 O médico do mar ia para a superfície mas enrolou-se nas algas, o cavalo marinho viu e foi buscar ajuda.
Ele encontrou o tubarão que trincou as algas.
Mas o motor começou a arder e o cavalo marinho foi chamar o polvo que tentou arranjar o motor mas não conseguiu.
Entretanto apareceu a baleia que o levou para a superfície.
O médico do mar disse muito obrigado a todos os animais.
Eles disseram que tinha sido um prazer.
Texto: Diogo Martins 2º D -  E.B. de Valença
 

 
Ilustrações: Leonor e Mara - Sala 1, Pré-escolar de Friestas
 
O médico do mar
 
Um dia pela manhã o médico do mar foi ver se havia algum peixe feridos no mar.
Então o primeiro cliente foi o cavalo marinho.
O cavalo marinho não conseguia ver. O médico perguntou-lhe:
- Passa-te alguma coisa?
- Sim, não consigo ver quase nada.
Nesse momento o submarino começou a fazer um ruído e saíram uns óculos muito bonitos.
A seguir encontrou o tubarão que tinha uma grande dor de dentes. O médico teve que lhe tirar um dente, e depois aconselhou-lhe que lavasse os dentes todos os dias.
Passado pouco tempo passou o polvo, tinha feridas nos tentáculos.
O médico perguntou-lhe:
- O que aconteceu?
- Magoei -me na escola .
- Então vou ter que te pôr pomada nos tentáculos e ligaduras.
Dentro de uns dias estarás melhor.
Mais à frente encontrou-se com a baleia e perguntou-lhe:
- Porque estás triste?
- Porque sou gorda lenta e fraca.
-Não, tú és magra rápida e forte.
E a baleia ficou toda satisfeita.
O médico do mar queria ir embora mas ficou preso nas algas. O cavalo marinho estava a ver tudo, foi chamar o tubarão para trincar as algas, mas mesmo assim o submarino foi abaixo.
Depois do médico se ter espetado contra a areia o polvo foi lá para tentar ajudá-lo e arranjar o motor, mas não conseguiu. Então chamou a baleia.

A baleia veio e com todas as forças que tinha levantou o submarino para a superfície e o médico respondeu:
- Muito obrigado.
E todos disseram:
- Foi um prazer ajudá-lo.

Texto: Rodrigo Casais 2º C - E. B. de Valença

 




 
Ilustrações:  Salas 4,3 e 2  Pré-escolar de Valença
 

 

 
 

quinta-feira, 21 de março de 2013

Ida à horta



No âmbito do Projeto: "Dar vida à vida" as crianças do Pré escolar da E. B. de Valença acompanhadas pelas educadoras e assistentes operacionais deslocaram-se à horta e semearam batatas, favas, ervilhas e cenouras, observaram o crescimento de outras plantas e colheram grelos de couve nabiça que levaram para a cantina da escola.


quarta-feira, 20 de março de 2013

Vestir de inverno



As crianças da sala 1 do Pré-escolar da E. B. de Valença andaram atratar o tema: "o corpo humano" e realizaram uma atividade em colaboração com a família em que tinham que vestir os bonecos com roupa de inverno, estes ficaram lindamente vestidos e prontos para enfrentar o frio.

terça-feira, 19 de março de 2013

Trabalhos da Semana da Leitura


No âmbito da Semana da Leitura elaboraram-se cartazes e painéis com trabalhos produzidos alusivos ao Mar, bem como desenhos e pinturas de obras exploradas e em colaboração com a área de Expressão Plástica.
 





 Trabalhos realizados na E. B. de Friestas

Elaboração do painel na E. B. de Valença

segunda-feira, 18 de março de 2013

Teatro: A menina do mar


Na Semana da Leitura que decorreu de 11 a 15 de março, todas as turmas da E.B. de Valença e Friestas visualizaram a peça de teatro em versão multimédia: A menina do mar, um espetáculo de Filipe La Féria.

 Alguns testemunhos de alunos depois de assistirem ao teatro: A menina do mar

Gostava de ver as personagens na realidade porque elas são fantásticas.  Lara Cruz
Se eu fosse júri daquele espetáculo atribuía a nota de 100% porque adorei.  Filipa Rodrigues
 
Acho que a obra em teatro foi muito educativa, gostava de agradecer às personagens pela sua excelente interpretação.   Rui Araújo

Este teatro mostrou-nos uma grande amizade entre o rapaz e a menina do mar.  Tomás Gomes