sexta-feira, 2 de março de 2018

O Beijo da Palavrinha


Wook.pt - O Beijo da PalavrinhaNo âmbito da Educação Literária e num trabalho de articulação entre a Biblioteca Escolar e os docentes, foi aplicado, nas turmas do 4.º ano, um Roteiro de Leitura Orientada relativo à obra O Beijo da Palavrinha.
Na Pré-leitura foi desenvolvida a atividade Pedaços de livros. Foi distribuído a cada aluno um excerto da obra que todos leram para os colegas. Após uma troca de opiniões, os alunos preencheram uma tabela onde escreviam o que pensavam relativamente às personagens da obra, ao espaço e às ações/acontecimentos.
Durante a leitura, os alunos leram a obra a pares e realizaram a atividade Organizadores Gráficos em que tinham de organizar a informação mais importante num quadro de acordo com a Situação inicial, as Complicações e as Soluções.
Posteriormente, os alunos foram convidados a escrever as 10 palavras mais significativas relacionadas com a leitura da obra e de seguida escreverem o resumo da obra utilizando as palavras escolhidas, podendo até dar outro final à história.

O Beijo da Palavrinha
     beijo                          mar            Tio Jaime Litorânio              pequenos
    Maria Poeirinha      juízo
     Zeca Zonzo                              aldeia                 fraca                   família

Era uma vez uma menina chamada Maria Poeirinha que vivia numa aldeia do interior com a sua família.
Ela e a sua família eram pobres e o seu irmão Zeca Zonzo tinha pouco juízo.
Maria Poeirinha nunca tinha visto o mar. Também ela tinha sonhos muito pequenos.
Certo dia chegou à aldeia o tio Jaime Litorânio, ele dizia que a fome, a solidão e a palermice do Zeca era por falta de maresia.
Maria Poeirinha adoeceu gravemente, estava muito fraca e o seu respirar era o de um passarinho fatigado.
O tio Jaime disse para a levarem à costa, mas isso era impossível, pois Maria Poeirinha não podia ir porque estava muito fraca.
Então Zeca Zonzo decidiu rabiscar com letra gorda a palavra mar, quando toda a gente pensava que ele iria desenhar o oceano.
Zeca Zonzo pegou na mão da sua irmã e passou a mão dela por cima de cada letra.
Ela reconheceu, na letra “m” as ondas, na letra “a” a gaivota e na letra “r” as rochas duras e rugosas.
A família estava muito preocupada com ela, até que Maria Poeirinha, devagar foi ficando melhor e recuperou.
A família ficou tão contente que até agradeceu ao Zeca Zonzo por ter ajudado a sua irmã a melhorar.
Os familiares, ao verem que ela ficou melhor, abraçaram-na com toda a sua força.


Tomás Brito EB de Friestas 4º C 
O Beijo da Palavrinha



     rabiscou                        mar            tio Jaime               beijada
    Maria Poeirinha      doente
     Zeca Zonzo                              aldeia           interior                  gravemente
Era uma vez uma menina chamada Maria Poeirinha. Ela e a sua família viviam numa aldeia do interior e eram pobres.
Um dia chegou à aldeia o tio Jaime que dizia que o seu problema era grave por nunca terem visto o mar. Certa vez a menina ficou gravemente doente e com cara de palidez. Começava rapidamente a ficar vizinha da morte.
O tio Jaime pensou rapidamente numa solução e dizia que tinham de levar a menina para junto do mar mas Poeirinha estava doente e não podia viajar.
 O seu irmão Zeca Zonzo teve uma ideia brilhante e rabiscou a palavra mar numa folha de papel. A menina estava muito fraca e já não sentia as letras. Zeca Zonzo conduziu o dedo da menina pelas três letras da palavra mar.
Da sua cama, Maria Poeirinha ergueu-se como uma gaivota branca e voou para o céu.
O seu irmão Zeca Zonzo disse que a sua irmã foi beijada pelo mar e se afogou numa palavrinha.

Joana Rodrigues EB de Friestas – 4.º C

O Beijo da Palavrinha

   
mar                        pobre                             ave                              morte
                                                     interior                        aldeia

Era uma vez uma menina que vivia numa aldeia muito interior. Ela chamava-se Maria Poeirinha e a sua família era pobre.
Esta menina tinha um irmão chamado Zeca Zonzo, ele não tinha juízo.
A família de Maria Poeirinha nunca tinha visto o mar.
Um dia chegou à aldeia o tio Jaime Litorânio, ele pensava que a pobreza da família e a palermice do Zeca era por falta de maresia.
Certo dia Maria Poeirinha ficou doente gravemente, num instante ficou vizinha da morte.
Havia pouco tempo para salvar a menina.
Então Zeca Zonzo escreveu a palavra mar com letra gorda.
Primeiro perguntou-lhe qual era a primeira letra e a menina respondeu-lhe que era um “m” de ondas e que já tinha visto no rio. Depois perguntou-lhe qual era a segunda letra e ela respondeu-lhe que era um “a” de ave que estava pousada na rocha e por último perguntou-lhe qual era a terceira letra e ela respondeu-lhe que era um “r” de rocha. E depois ela afogou-se numa palavrinha.
Ainda agora, Zeca Zonzo recorda a irmã na fotografia.
Vicente Alexandre EB de Valença – 4.º H

O Beijo da Palavrinha
Zeca Zonzo            Jaime Litorânio                     Maria Poeirinha               rochas
   
mar                            aldeia                                           palavrinha                            visto   
            adoeceu                                 gravemente                      

Era uma vez uma menina chamada Maria Poeirinha, ela só tinha um irmão, a sua família era pobre e viviam numa aldeia do interior.
Um dia chegou à aldeia o tio Jaime Litorânio que achou que era um problema aquela família nunca ter visto o mar.
Um dia a menina adoeceu gravemente e a mãe tentou curá-la mas ela só ganhava palidez.
 O tio Jaime Litorânio achou que era boa ideia colocar a menina num barco e deixá-la deslizar pela corrente do rio até ao mar. A mãe apercebeu-se que a menina estava tão afetada pela doença que já não podia fazer aquela viagem.
O seu irmão Zeca Zonzo decidiu escrever a palavra mar para ela o imaginar.
 A menina disse ao irmão que já não conseguia ver nada, nem a luz. Então o irmão decidiu pegar no dedo da sua irmã para ela contornar as letras da palavra mar.
Enquanto ia passando o dedo por cima das letras ia imaginando coisas e animais que pertenciam ao mar, como as ondas, as aves e as rochas.
Certo dia, a menina foi agarrada a uma gaivota para o céu e o seu irmão ainda hoje olha para a fotografia dela e diz sem parar:
- Eis minha irmãzinha que foi beijada pelo mar e se afogou numa palavrinha.
Tomás Gomes – EB de Valença – 4.º H

Numa aldeia do interior vivia a Maria Poeirinha, o seu irmão Zeca Zonzo e os seus pais. A família de Maria Poeirinha era pobre.
Certo dia chegou à aldeia o tio Jaime Litorânio que ficou preocupado ao saber que a sua família nunca vira o mar.
Passado um tempo a menina adoeceu gravemente, estava vizinha da morte. O tio Jaime achou que o melhor era levá-la a ver o mar mas Maria Poeirinha estava tão fraca que não podia viajar. O seu irmão Zeca Zonzo que era desprovido de juízo teve uma ideia e foi buscar um papel e uma caneta e escreveu a palavra “mar.”
A menina não distinguia as letras mas o irmão disse-lhe que ele lhe conduzia o dedo por cima da palavra, até que ela conseguiu identificar as letras, no “m” reconheceu as ondas, no “a” as gaivotas e no “r” as rochas e assim foi beijada pelo mar.
Este foi o destino de Maria Poeirinha e dos seus sonhos pequenos que nunca demoravam muito tempo porque se queimava no quente da areia.
Catarina Serra – EB de Valença – 4.º G

O Beijo da Palavrinha
Era uma vez uma menina chamada Maria Poeirinha que vivia numa aldeia do interior com a sua família que era pobre, ela tinha um irmão chamado Zeca Zonzo.
Um dia chegou à aldeia o tio Jaime, passado algum tempo, Maria Poeirinha adoeceu gravemente e ficou vizinha da morte. O tio Jaime perguntou se Poeirinha já vira o mar alguma vez e ela disse que não.
Então o tio Jaime disse:
 - Silêncio! Já se ouve o som do mar!
A menina estava realmente fraca e já não podia mais.
Então o irmão Zeca Zonzo teve uma ideia que foi desenhar a palavra “mar” com letra gorda, a seguir pegou no dedo indicador de Maria Poeirinha e contornou a letra “m” e ela identificou as ondas do rio, depois passou o indicador pela letra ”a” que lhe fazia lembrar uma ave, a gaivota, por fim passou o dedo pela letra “r” que lhe fazia lembrar a rocha dura que até magoava as mãos.
O irmão de Maria Poeirinha disse:
- Coitada da minha irmã que se afogou numa palavrinha!
E agora o Zeca Zonzo e a sua família recordam Maria Poeirinha numa fotografia.
 Maria Rodrigues – EB de Valença – 4.º G

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