Durante a Feira do Livro de Valença, os alunos do 4.º K tiveram a oportunidade e a felicidade de assistir, com grande atenção, a um teatro de marionetas intitulado O Meu Avô Consegue Voar! e à leitura da obra As Mãos da Avó de Inês Cardoso. Envolvidos neste espírito, os alunos foram desafiados a escrever um texto sobre os seus próprios avós, refletindo sobre a importância que estes têm nas suas vidas.
Os meus avós
Ai! A minha avó é a melhor avó do mundo.
Eu adoro a minha avó porque ela ensina-me
como ver as horas pelo sol.
Eu adoro os bolos da minha avó e também
gosto de ajudá-la com os animais, assim como ela me ajuda a mim. Quando eu
estou triste, ela anima-me com piadas à maneira que ela sabe. Ensina-me poemas
como eu lhe ensino a ela.
Eu adoro brincar com a minha avó!
E a comida dela, só melhora as coisas!
Ah! Ela dá-me doces de forma escondida para
os meus pais não descobrirem.
Ah! E além disso tudo ainda tem os miminhos
dela que são os meus preferidos.
E é por isso que a minha avó é a melhor de
todas!
Gabriela Cunha, EB de Valença, 4.º K
Os meus avós
Os meus avós são muito importantes para
mim. Cuidam-me desde que eu era bebé. Gosto muito deles porque dão-me tudo,
mimos e doces.
Em casa dos meus avós gosto de brincar com
os animais: cães, gatos, galinhas, pintainhos, pombas, coelhos, pássaros e ovelhas.
Obviamente também gosto de brincar com
eles. Costumo ir às compras com eles, à feira, quando não tenho escola e nas
férias fazemos piqueniques no parque da Senhora da Cabeça.
Os meus avós são muito diferentes, o meu
avô é um pouco resmungão, mas gosto quando ele me deixa dar de comer aos
animais, já a minha avó é muito meiga e faz-me tudo. Eu gosto quando ela
cozinha arroz de cabidela.
Com o meu avô aprendo a tratar dos animais
e com a avó a cozinhar.
Benedita Garcês, EB de Valença, 4.º K
Os meus avós
Hoje vou contar para vocês o que significa
avós.
Para mim, os avós juntam o passado com o
futuro com histórias incríveis que nos deixam impressionados com tudo o que já
passaram.
Vou partilhar com vocês uma história que o
meu avô me contou.
O meu avô, quando era pequeno morava num
sítio, no interior de Minas Gerais, onde a sua infância sempre foi vivida
intensamente correndo livremente entre campos e vales.
Certo dia, olhando as montanhas de longe
avistou algo que brilhava muito e tinha cor de ouro, ele disse que essa luz ia
de um lado para o outro até que foi desaparecendo aos poucos.
Quando foi contar para a mãe dele, ela
disse que, o que vira, se chamava “mãe de ouro” e que era um ser mágico que
cuidava da floresta.
A história acabou como eu disse. Os avós
têm sempre histórias incríveis.
O nome do meu avô era António que já foi
morar para o céu e deixou muita saudade.
Isabella Ferreira, EB de Valença, 4.º K
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