Na Biblioteca da EB de Friestas, com os alunos do 1.º ano, foi lida e explorada a obra A pequena semente de Eric Carle. Os alunos ilustraram a capa do livro.
Blogue das Bibliotecas das Escolas Básicas do Concelho de Valença
Este é o blogue das Bibliotecas Escolares do Pré-escolar e 1.º Ciclo do Agrupamento Muralhas do Minho Valença. Aqui vamos publicar toda a informação relativa às atividades que desenvolvermos.
segunda-feira, 25 de maio de 2026
domingo, 24 de maio de 2026
Mini empreendedores
Decorreu na Biblioteca Escolar, para as turmas do 3.º ano, uma sessão de Empreendedorismo e Competências Empreendedoras em Crianças. Esta atividade foi promovida pela CLDS Valença 5 G, em parceria com o Agrupamento e o Município.
quarta-feira, 20 de maio de 2026
À descoberta da Fortaleza de Valença
Visitas de Estudo à Fortaleza
No âmbito do trabalho colaborativo com a Biblioteca Escolar, as turmas do 3.º ano da EB de Valença e Friestas realizaram visitas de estudo ao Património Local – Fortaleza de Valença.
Como motivação e preparação para a visita, os alunos participaram numa sessão de leitura da obra Habito em ti Valença do Minho de Rita Nicolau.
Após a visita, em contexto de sala de aula, os alunos elaboraram textos individuais e coletivos descrevendo os aspetos mais relevantes da visita.
Materiais de apoio: Excerto do livro | Guião de leitura | Mapa
Uma manhã de descobertas na Fortaleza de Valença
No dia 22 de abril, nós, os alunos do 3.º e 4.º ano da Escola Básica de Friestas, visitámos a Fortaleza de Valença. Esta visita de estudo foi organizada em colaboração com a Biblioteca Escolar e o Núcleo Museológico do Município de Valença.
Nesta visita guiada ficamos a saber muito sobre a nossa terra: a fortaleza tem 5,5 quilómetros de muralhas, 34 guaritas, 4 revelins e 194 canhoneiras. Existem quatro portas principais — as Portas do Sol, as Portas da Coroada, as Portas da Gabiarra e as Portas do Meio, estas últimas que ligam os dois polígonos, sendo as restantes consideradas portas secundárias. Aprendemos ainda que existiam portas falsas, construídas para enganar os inimigos em caso de ataque e com armadilhas. Junto às Portas da Gabiarra existe um túnel com capacidade para guardar 600 soldados, preparados para a defesa das muralhas. Ao longo das muralhas encontrámos árvores com séculos de história, entre as quais um carvalho com cerca de 600 anos que todos abraçamos.
Valença nem sempre teve este nome. Por volta de 1200, quando foi fundada, chamava-se Contrasta. Foi o rei D. Afonso III quem lhe atribuiu o nome de Valença, cidade com cerca de 800 anos de história. A fortaleza que conhecemos hoje foi mandada construir no século XVII por D. João IV. Vimos ainda as casamatas, onde os soldados guardavam os seus pertences, e o arquivo municipal, onde são conservados os documentos históricos da cidade.
Na Igreja Matriz de Santa Maria dos Anjos, uma igreja medieval fundada pelo rei D. Sancho I em 1211, pudemos observar a sua arquitetura romana. No museu, vimos um canhão datado de 1778, do reinado de D. Maria I, e um vídeo sobre a evolução histórica de Valença desde os tempos de Contrasta até à atualidade. Visitámos também a estátua de São Teotónio, o primeiro santo português, nascido em Valença no ano de 1082 e falecido em 1162. Por fim, entrámos na Capela Militar de Nossa Senhora do Carmo, padroeira dos militares, com muitos símbolos da coroa real.
Um agradecimento à Biblioteca Escolar e ao Núcleo Museológico do Município de Valença pela organização desta visita.
Texto coletivo – Turma B da EB de Friestas
Ilustração: Sofia Ribeiro - EB de Friestas, 3.º ano
Visita de Estudo ao Património Local
No dia 26 de março fomos fazer uma visita guiada à Fortaleza de Valença.
Saímos da escola a pé até às Portas do Sol, onde estava à nossa espera a museóloga Isilda e outra senhora. Conversamos um bocadinho e fomos ver Guaritas e locais onde os soldados se deitavam a vigiar os inimigos. Depois fomos ao baluarte das portas de Monção. Em seguida subimos pela Porta da Gabiarra e fomos visitar a loja do avô do meu amigo Diogo, que nos deu um chocolate. Por fim, visitamos o Núcleo Museológico que tinha canhões e o mapa da Fortaleza.
Por último, regressamos à escola e fomos almoçar.
Santiago Cunha – EB de Valença, 3.º G
Visita ao Centro Histórico de Valença
No dia 16 de abril realizámos a tão esperada visita de estudo à Fortaleza de Valença.
Entrámos na zona histórica pelas Portas do Sol e o primeiro lugar que visitámos foi o Museu do Núcleo Museológico da nossa terra, onde observámos fotos antigas, armaduras, réplicas de canhões e canhões usados durante as invasões francesas, um deles chamado D. Maria I. Neste museu, também vimos um vídeo sobre a história de Valença, desde os tempos em que ainda se chamava Contrasta, ou seja, desde a construção da primeira muralha, há cerca de 800 anos, até à edificação da Fortaleza, como a conhecemos hoje, com mais de 300 anos.
O que mais gostámos foi ver a maquete da zona histórica de Valença e poder pegar numa camisola de ferro que era muito pesada.
Saímos do museu e fomos visitar as outras portas da Fortaleza; as Portas do Meio, as Portas da Gabiarra e as portas da Coroada, assim como os respetivos revelins que serviam para defender as portas.
Por último, vimos a estátua de São Teotónio, o primeiro santo português.
Esta visita de estudo foi muito importante porque aprendemos mais sobre a cidade de Valença, da sua história e cultura.
Texto Coletivo – EB de Valença, 3.º F
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Dia Internacional das Famílias
O Dia Internacional das Famílias é celebrado anualmente no dia 15 de maio. A data foi proclamado pela Assembleias Geral da Organização das Nações Unidas e reflete a importância que a comunidade internacional atribui às famílias.
Para assinalar o Dia da Família, e no âmbito da atividade Leitura em Família, na EB de Valença, os alunos do 3.º F, Loiana Paez e Mosaab Zouane leram para as crianças da sala 5, do Pré-escolar onde estão os seus irmãos. Os alunos leram, respetivamente, as obras: O livro da Família e o Livro da Paz de Todd Parr.
Esteve também na Biblioteca para outra sessão de leitura a mãe da Karolainy da Sala 5.
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Elmer e o avô Eldo
Para assinalar O Dia Internacional das Famílias, na Biblioteca Escolar da EB de Friestas, com as crianças do Pré-escolar foi lida e explorada a obra: Elmer e o avô Eldo de David Mckee.
Podes ouvir a história do Elmer e do avô Eldo.
domingo, 10 de maio de 2026
Os meus avós - Escrita criativa
Durante a Feira do Livro de Valença, os alunos do 4.º K tiveram a oportunidade e a felicidade de assistir, com grande atenção, a um teatro de marionetas intitulado O Meu Avô Consegue Voar! e à leitura da obra As Mãos da Avó de Inês Cardoso. Envolvidos neste espírito, os alunos foram desafiados a escrever um texto sobre os seus próprios avós, refletindo sobre a importância que estes têm nas suas vidas.
Os meus avós
Ai! A minha avó é a melhor avó do mundo.
Eu adoro a minha avó porque ela ensina-me
como ver as horas pelo sol.
Eu adoro os bolos da minha avó e também
gosto de ajudá-la com os animais, assim como ela me ajuda a mim. Quando eu
estou triste, ela anima-me com piadas à maneira que ela sabe. Ensina-me poemas
como eu lhe ensino a ela.
Eu adoro brincar com a minha avó!
E a comida dela, só melhora as coisas!
Ah! Ela dá-me doces de forma escondida para
os meus pais não descobrirem.
Ah! E além disso tudo ainda tem os miminhos
dela que são os meus preferidos.
E é por isso que a minha avó é a melhor de
todas!
Gabriela Cunha, EB de Valença, 4.º K
Os meus avós
Os meus avós são muito importantes para
mim. Cuidam-me desde que eu era bebé. Gosto muito deles porque dão-me tudo,
mimos e doces.
Em casa dos meus avós gosto de brincar com
os animais: cães, gatos, galinhas, pintainhos, pombas, coelhos, pássaros e ovelhas.
Obviamente também gosto de brincar com
eles. Costumo ir às compras com eles, à feira, quando não tenho escola e nas
férias fazemos piqueniques no parque da Senhora da Cabeça.
Os meus avós são muito diferentes, o meu
avô é um pouco resmungão, mas gosto quando ele me deixa dar de comer aos
animais, já a minha avó é muito meiga e faz-me tudo. Eu gosto quando ela
cozinha arroz de cabidela.
Com o meu avô aprendo a tratar dos animais
e com a avó a cozinhar.
Benedita Garcês, EB de Valença, 4.º K
Os meus avós
Hoje vou contar para vocês o que significa
avós.
Para mim, os avós juntam o passado com o
futuro com histórias incríveis que nos deixam impressionados com tudo o que já
passaram.
Vou partilhar com vocês uma história que o
meu avô me contou.
O meu avô, quando era pequeno morava num
sítio, no interior de Minas Gerais, onde a sua infância sempre foi vivida
intensamente correndo livremente entre campos e vales.
Certo dia, olhando as montanhas de longe
avistou algo que brilhava muito e tinha cor de ouro, ele disse que essa luz ia
de um lado para o outro até que foi desaparecendo aos poucos.
Quando foi contar para a mãe dele, ela
disse que, o que vira, se chamava “mãe de ouro” e que era um ser mágico que
cuidava da floresta.
A história acabou como eu disse. Os avós
têm sempre histórias incríveis.
O nome do meu avô era António que já foi
morar para o céu e deixou muita saudade.
Isabella Ferreira, EB de Valença, 4.º K
terça-feira, 5 de maio de 2026
Leitura em Família
No âmbito da atividade Leitura em Família, decorreram na Biblioteca Escolar, Sessões de Leitura apresentadas pela mãe da Matilde Correia da turma do 2.º C, pelos pais do Guilherme da sala 4 e pela mãe da Carolina da sala 5 do Pré-escolar.
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Educação Financeira
No âmbito da Cidadania e Desenvolvimento, a Biblioteca Escolar, em trabalho colaborativo com as turmas do 4.º ano irá explorar os temas: Poupanças e Empréstimos e Meios de Pagamento.
Para aceder ao livro digital Caderno de Educação Financeira 1, clica no título que se segue:
terça-feira, 28 de abril de 2026
Leitura Orientada - Trinta por uma Linha
No âmbito da atividade Leitura Orientada em Sala de Aula, nas turmas do 3.º ano das EB de Valença, Friestas, Real e Vilar de Lamas foi lida e explorada a obra Trinta por uma linha de António Torrado.
Alguns dos contos lidos foram:
De aluna a professora,
A gota com sede,
O cão e o gato,
Vida de sabonete.
A gota com sede
Era uma
vez uma gota cheia de sede.
Não faz
sentido, mas acreditem que sim, era mesmo.
Esta gota
de água queria matar a sede a alguém que tivesse muita sede. Desejo grande,
desejo único que a arredondava mais e mais, e a enchia de fé como um coração
palpitante.
Mas não
havia meio! Cavalgando
uma nuvem, correu o deserto, à cata de um viajante sequioso. Não encontrou
nenhum.
Queria
ser útil. Não conseguia.
Até que a
nuvem em que vinha, de carregada que estava e não podendo mais, se desfez em
chuva.
Ela
precipitou-se para a terra, no meio das outras.
- Vou
lavar as pedras da calçada. – Dizia uma.
-Vou
mergulhar até à raiz de uma planta. – Dizia outra.
- Vou
acrescentar água ao rio quase seco.
- Vou ajudar uma azenha a trabalhar.
-Vou
alimentar uma barragem.
– Vou empurrar um barco encalhado.
Isto
diziam várias gotas, todas generosas, enquanto caíam.
A nossa
gota com sede caiu da copa de uma árvore e foi escorrendo de ramo em ramo,
pling, pling, pling.
Até que
caiu na boca de um passarinho.
E foi ele,
que mais tarde, nos contou esta história!
Recontado por:
Maria Inês e Matias, EB de Valença – 3.º G
Escrita Criativa
Se eu fosse um livro…
Se eu
fosse um livro, gostaria de ser grande, quadrado, verde e vermelho como as
cores da bandeira de Portugal.
Gostaria
de ser um livro de aventuras de cowboys no velho oeste americano. As minhas
personagens cavalgavam por entre planícies e colinas à procura de ouro.
Seria um
livro com letra em tamanho grande e em manuscrito para ser um livro fácil de
ler.
Por
último, não poderiam faltar muitas ilustrações para os meus leitores se
imaginarem dentro da minha história e poderem apreciar a beleza das minhas
páginas.
Um livro
é sempre um amigo!
Santiago Cunha, EB de Valença – 3.º G
Imagem - Biblioteca Municipal de Valença
Se eu fosse um livro…
Se eu fosse um livro falaria sobre o Planeta Terra, porque eu admiro o nosso Planeta. Seria um livro redondo e castanho como a Terra, azul como o céu, branco como as nuvens, amarelo como o Sol e verde como a relva.
Seria grande muito grande para me apreciarem e para me adorarem.
Ficaria na Biblioteca da Escola para ser requisitado.
Sem o Planeta Terra o mundo não existia, então eu seria um livro muito importante porque iria ensinar e aumentar os conhecimentos dos alunos.
João Pedro Ribeiro, EB de Valença – 3.º G

























