No âmbito da atividade Leitura em Família, decorreram na Biblioteca Escolar, Sessões de Leitura apresentadas pela mãe da Matilde Correia da turma do 2.º C e pelos pais do Guilherme da sala 4.
Blogue das Bibliotecas das Escolas Básicas do Concelho de Valença
Este é o blogue das Bibliotecas Escolares do Pré-escolar e 1.º Ciclo do Agrupamento Muralhas do Minho Valença. Aqui vamos publicar toda a informação relativa às atividades que desenvolvermos.
terça-feira, 5 de maio de 2026
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Educação Financeira
No âmbito da Cidadania e Desenvolvimento, a Biblioteca Escolar, em trabalho colaborativo com as turmas do 4.º ano irá explorar os temas: Poupanças e Empréstimos e Meios de Pagamento.
Para aceder ao livro digital Caderno de Educação Financeira 1, clica no título que se segue:
terça-feira, 28 de abril de 2026
Visitas de Estudo ao Património Local
Visitas de Estudo à Fortaleza
No âmbito do trabalho colaborativo com a Biblioteca Escolar, as turmas do 3.º ano da EB de Valença e Friestas realizaram visitas de estudo ao Património Local – Fortaleza de Valença. Em contexto de sala de aula, os alunos elaboraram textos descrevendo os aspetos mais relevantes da visita.
Ilustração: Sofia Ribeiro - EB de Friestas, 3.º ano
Uma manhã de descobertas na Fortaleza
de Valença
No dia 22 de abril, nós, os alunos do 3.º e 4.º ano da Escola
Básica de Friestas, visitámos a Fortaleza de Valença. Esta visita de estudo foi
organizada em colaboração com a Biblioteca Escolar e o Núcleo Museológico do
Município de Valença.
Nesta visita guiada ficamos a saber muito sobre a nossa terra: a fortaleza tem
5,5 quilómetros de muralhas, 34 guaritas, 4 revelins e 194 canhoneiras. Existem
quatro portas principais — as Portas do Sol, as Portas da Coroada, as Portas da
Gabiarra e as Portas do Meio, estas últimas que ligam os dois polígonos, sendo
as restantes consideradas portas secundárias. Aprendemos ainda que existiam
portas falsas, construídas para enganar os inimigos em caso de ataque e com
armadilhas. Junto às Portas da Gabiarra existe um túnel com capacidade para
guardar 600 soldados, preparados para a defesa das muralhas. Ao longo das
muralhas encontrámos árvores com séculos de história, entre as quais um
carvalho com cerca de 600 anos que todos abraçamos.
Valença nem sempre teve este nome. Por volta de 1200, quando foi fundada,
chamava-se Contrasta. Foi o rei D. Afonso III quem lhe atribuiu o nome de
Valença, cidade com cerca de 800 anos de história. A fortaleza que conhecemos
hoje foi mandada construir no século XVII por D. João IV. Vimos ainda as
casamatas, onde os soldados guardavam os seus pertences, e o arquivo municipal,
onde são conservados os documentos históricos da cidade.
Na Igreja Matriz de Santa Maria dos Anjos, uma igreja medieval fundada pelo rei
D. Sancho I em 1211, pudemos observar a sua arquitetura romana. No museu,
vimos um canhão datado de 1778, do reinado de D. Maria I, e um vídeo sobre a
evolução histórica de Valença desde os tempos de Contrasta até à atualidade.
Visitámos também a estátua de São Teotónio, o primeiro santo português, nascido
em Valença no ano de 1082 e falecido em 1162. Por fim, entrámos na Capela
Militar de Nossa Senhora do Carmo, padroeira dos militares, com muitos símbolos
da coroa real.
Um agradecimento à Biblioteca Escolar e ao Núcleo Museológico do
Município de Valença pela organização desta visita.
Texto coletivo – Turma B da EB de Friestas
Visita de Estudo ao Património Local
No dia 26 de março fomos fazer uma visita guiada à Fortaleza de
Valença.
Saímos da escola a pé até às Portas do Sol, onde estava à nossa espera a
museóloga Isilda e outra senhora. Conversamos um bocadinho e fomos ver Guaritas
e locais onde os soldados se deitavam a vigiar os inimigos. Depois fomos ao
baluarte das portas de Monção. Em seguida subimos pela Porta da Gabiarra e
fomos visitar a loja do avô do meu amigo Diogo, que nos deu um chocolate. Por
fim, visitamos o Núcleo Museológico que tinha canhões e o mapa da Fortaleza.
Por último, regressamos à escola e fomos almoçar.
Santiago Cunha – EB de Valença, Santiago Cunha 3.º G
Visita ao Centro Histórico de Valença
No dia 16 de abril realizámos a tão
esperada visita de estudo à Fortaleza de Valença.
Entrámos na zona histórica pelas Portas do
Sol e o primeiro lugar que visitámos foi o Museu do Núcleo Museológico da nossa
terra, onde observámos fotos antigas, armaduras, réplicas de canhões e canhões
usados durante as invasões francesas, um deles chamado D. Maria I. Neste museu,
também vimos um vídeo sobre a história de Valença, desde os tempos em que ainda
se chamava Contrasta, ou seja, desde a construção da primeira muralha, há cerca
de 800 anos, até à edificação da Fortaleza, como a conhecemos hoje, com mais de
300 anos.
O que mais gostámos foi ver a maquete da zona histórica de Valença e poder
pegar numa camisola de ferro que era muito pesada.
Saímos do museu e fomos visitar as outras
portas da Fortaleza; as Portas do Meio, as Portas da Gabiarra e as portas da
Coroada, assim como os respetivos revelins que serviam para defender as portas.
Por último, vimos a estátua de São
Teotónio, o primeiro santo português.
Esta visita de estudo foi muito importante
porque aprendemos mais sobre a cidade de Valença, da sua história e cultura.
Texto Coletivo – EB de Valença, 3.º F
Leitura Orientada - Trinta por uma Linha
No âmbito da atividade Leitura Orientada em Sala de Aula, nas turmas do 3.º ano das EB de Valença, Friestas, Real e Vilar de Lamas foi lida e explorada a obra Trinta por uma linha de António Torrado.
Alguns dos contos lidos foram:
De aluna a professora,
A gota com sede,
O cão e o gato,
Vida de sabonete.
A gota com sede
Era uma
vez uma gota cheia de sede.
Não faz
sentido, mas acreditem que sim, era mesmo.
Esta gota
de água queria matar a sede a alguém que tivesse muita sede. Desejo grande,
desejo único que a arredondava mais e mais, e a enchia de fé como um coração
palpitante.
Mas não
havia meio! Cavalgando
uma nuvem, correu o deserto, à cata de um viajante sequioso. Não encontrou
nenhum.
Queria
ser útil. Não conseguia.
Até que a
nuvem em que vinha, de carregada que estava e não podendo mais, se desfez em
chuva.
Ela
precipitou-se para a terra, no meio das outras.
- Vou
lavar as pedras da calçada. – Dizia uma.
-Vou
mergulhar até à raiz de uma planta. – Dizia outra.
- Vou
acrescentar água ao rio quase seco.
- Vou ajudar uma azenha a trabalhar.
-Vou
alimentar uma barragem.
– Vou empurrar um barco encalhado.
Isto
diziam várias gotas, todas generosas, enquanto caíam.
A nossa
gota com sede caiu da copa de uma árvore e foi escorrendo de ramo em ramo,
pling, pling, pling.
Até que
caiu na boca de um passarinho.
E foi ele,
que mais tarde, nos contou esta história!
Recontado por:
Maria Inês e Matias, EB de Valença – 3.º G
Escrita Criativa
Se eu fosse um livro…
Se eu
fosse um livro, gostaria de ser grande, quadrado, verde e vermelho como as
cores da bandeira de Portugal.
Gostaria
de ser um livro de aventuras de cowboys no velho oeste americano. As minhas
personagens cavalgavam por entre planícies e colinas à procura de ouro.
Seria um
livro com letra em tamanho grande e em manuscrito para ser um livro fácil de
ler.
Por
último, não poderiam faltar muitas ilustrações para os meus leitores se
imaginarem dentro da minha história e poderem apreciar a beleza das minhas
páginas.
Um livro
é sempre um amigo!
Santiago Cunha, EB de Valença – 3.º G
Imagem - Biblioteca Municipal de Valença
Se eu fosse um livro…
Se eu fosse um livro falaria sobre o Planeta Terra, porque eu admiro o nosso Planeta. Seria um livro redondo e castanho como a Terra, azul como o céu, branco como as nuvens, amarelo como o Sol e verde como a relva.
Seria grande muito grande para me apreciarem e para me adorarem.
Ficaria na Biblioteca da Escola para ser requisitado.
Sem o Planeta Terra o mundo não existia, então eu seria um livro muito importante porque iria ensinar e aumentar os conhecimentos dos alunos.
João Pedro Ribeiro, EB de Valença – 3.º G
O Jardim Curioso
Um bocadinho de jardim foi levado para a biblioteca e as crianças puderam observar plantas espontâneas e algumas cultivadas e ainda sentir o perfume de algumas delas.
Em sala de aula elaboraram bonitas ilustrações sobre O Jardim.
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Escrita com pesquisa
O 25 de Abril
Este
acontecimento histórico deu-se em 1974.
Há quase
100, Portugal entrou numa ditadura, que é uma forma de governar um país onde
não há liberdade e quem tem autoridade é só uma pessoa. Esta ditadura durou 48
anos!
Quem
governava o país era um homem chamado Salazar. A escola só era obrigatória até
ao 4.º ano, isto quer dizer que muitos meninos começavam a trabalhar com 10
anos.
Havia
poucos carros e a alimentação era muito pobre. As mulheres não tinham os mesmos
direitos que os homens.
Muitos
anos depois, as pessoas estavam fartas da ditadura e os militares decidiram
fazer um golpe de estado no dia 25 de abril de 1974, conhecido como a Revolução
dos Cravos, foi uma revolução pacífica onde os soldados marchavam com as suas
armas transformadas em jarras com cravos vermelhos.
25 de
Abril sempre!
Pesquisa
em Família
Santiago Cunha, EB de Valença
O dia 25 de Abril de 1974
O 25 de
Abril de 1974, conhecido como a Revolução dos Cravos ou Dia da Liberdade, foi
um momento decisivo em que Portugal deixou de ser uma ditadura, Estado Novo -
um regime onde não havia liberdade.
As
pessoas não podiam dizer o que pensavam. A censura acabou e Portugal passou a
ser um país democrático, onde todos podem votar e dar a sua opinião.
Na noite
de 24 para 25 de abril de 1974, um grupo de militares decidiu acabar com o
regime sem usar violência, devolvendo a liberdade ao povo.
As
pessoas saíram à rua para apoiar os militares e uma mulher chamada Celeste
Caeiro distribuiu cravos vermelhos, que os soldados colocaram na ponta das suas
armas, simbolizando uma revolução pacífica, sem sangue.
Viva a liberdade!
Viva o 25
de Abril!
Mariana,
EB de Valença – 3.º G
O Sol tem soluços
Leitura em Família
No âmbito da atividade Leitura em Família, decorreu na Biblioteca Escolar, uma Sessão de Leitura da obra: Hansel e Gretel, apresentada pela mãe da Sofia Costa da turma do 2.º C.
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Feira do Livro - Palavras que Florescem
De
21 a 26 de abril, no Jardim Municipal de Valença, está a decorrer a Feira do
Livro sob o mote Palavras que Florescem.
Todas
as turmas do 1.º ciclo fazem visitas à Feira do Livro para participarem em
encontros com autores e assistirem ao Teatro de Marionetas de Mandrágora a
partir da obra: O Meu Avô Consegue Voar! de Pedro Seromenho e das ilustrações de
Paulo Galindro.

























